sábado, 21 de maio de 2011

Estelionatário foragido é preso

Ricardo Bueno Teles, de 47 anos, foi preso nesta manhã de terça-feira (17). Ele tinha mandado de prisão em aberto por estelionato. De acordo com a Polícia Militar, o suspeito já tem ficha criminal pelo mesmo crime. Ricardo, que já foi gerente da Ambev, Skol e também trabalhou nas Indústrias Alpargatas, entrou para o mundo do crime. A detenção aconteceu durante uma abordagem de rotina no estacionamento do Carrefour Sul, no Jardim Goiás, em Goiânia. Após a prisão ele foi encaminhado para a Delegacia de Capturas.

Morre homem baleado na cabeça

Morreu nesta quarta-feira (18), por volta das 6 horas da manhã, um homem não idenficado que foi vítima de uma tentativa de homícidio ontem à noite no Setor Garavelo, em Aparecida de Goiânia. Testemunhas contaram para a polícia que ouviram o barulho de tiros e de uma moto saindo em seguida. O crime aconteceu numa viela entre a Rua 5 e a Rua 6 do setor. A polícia ainda não tem pistas do autor do crime, mas desconfia que tenha sido motivado por acerto de contas com traficantes. A vítima, de aproximadamente 35 anos de idade, foi baleada na cabeça.

Filha tenta desligar aparelho de oxigênio da mãe no Cais


Filha, que não teve o nome divulgado, tenta desligar o aparelho de oxigênio da mãe na manhã deste sábado (21), no Cais de Campinas, em Goiânia. Segundo a direção do Cais, a mãe estava em atendimento na sala de urgência, quando a filha teria tentado mexer no aparelho de oxigênio que estava ligado a mãe.
Devido a esse problema a Secretaria Municipal de Saúde informou que está proibida a entrada de acompanhantes na sala de reanimação e nas salas de urgência dos Cais. O caso esta sendo registrado no 5º Distrito Policial de Campinas.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Roger Abdelmassih é condenado a 278 anos de prisão por crimes de estupro

O ex-médico Roger Abdelmassih, foi condenado pela juíza Kenarik Boujikian Felippe, da 16.ª Vara Criminal de São Paulo, a 278 anos de prisão em sentença proferida nesta terça-feira. O médico foi acusado de estupro e tentativa de estupro contra pelo menos 39 pacientes e foi absolvido em apenas sete casos. Ele poderá recorrer da sentença em liberdade por ter sido beneficiado no ano passado por liminar em habeas corpus dada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O Ministério Público pedia mais de 300 anos de prisão para o especialista em reprodução humana. O promotor Luiz Henrique Dal Pozo disse que a sentença só será cumprida na íntegra quando o médico for preso. O STF pode cassar a liminar quando julgar o mérito da questão e Abdelmassih então seria preso.

De acordo com a sentença da juíza, foram ouvidas 250 testemunhas e o processo tem 10 mil páginas. Vítimas e testemunhas de vários estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná , Rio Grande do Norte, Piauí e Rio de Janeiro prestaram depoimento. Segundo a sentença, o "médico constrangeu ou tentou constranger as vítimas, sempre mediante violência real, a praticar ou permitir que com elas praticasse atos libidinosos diversos da conjunção carnal".

A juíza lembrou em sua sentença que em cerca de 50% dos casos narrados na denúncia, as vítimas não tinham plena capacidade de agir, "pois estavam retornando da sedação, da anestesia que tinham tomado para realizar o procedimento de aspiração de óvulos, em posição deitada, em quarto de recuperação. Elas usavam tão somente o avental/camisola hospitalar. O ato em si era absolutamente inesperado, pois jamais imaginariam que seria possível o médico, em quem depositavam confiança, pudessem praticar aqueles atos, beijá-las na boca ou que ele pudesse passar a mão em seus corpos, e ainda, em alguns casos, praticassem ato libidinoso"

Diz ainda a juíza: "Nas demais hipóteses o réu estava com as vítimas em sua sala de consultório, sozinhas e na maior das vezes, prensou-as contra a parede ou estante e imobilizou-as, de modo que não tinham como resistir ao ato. Algumas vezes, as mulheres não estavam sedadas, mas estavam em posição ginecológica e também imobilizadas, face a esta posição e de forma inesperada o réu as beijava ou passava a mão em seus corpos. Nestas circunstâncias, caracterizada a impossibilidade de reação a contento, porque tomadas de surpresa e quando se via, o ato estava realizado, sendo que o réu segurava-lhes o corpo, fortemente, de modo que não pudessem escapar daquela situação".